Quem é um cara triste,
quem conhece também fica triste,
sua história inexiste,
nos contos, nos versos, nos palcos e nos filmes.
Quem não sabe se explicar,
acaba fazendo controvérsia,
é sujeito escaleno,
tipo Manoel de Barros,
tem mútiplas faces,
tal como Fernando Pessoa,
é gauche na vida,
assim como Drummond,
Quem tá cansado de ser poeta,
Quem só quer ser feliz,
e largar essa tristeza,
porque vida de poeta é colocar crítica na mesa,
Quem não quer falar de amor,
Quem quer amar.
Mas sabe Quem que não pode se 'despoetizar'
pois Quem conhece seu destino,
e poeta não desiste da luta,
poeta não deixa de retrucar.
E por sinal, quem me perguntou alguma coisa ?
Felipe Abreu
" ...porque a beleza não está na palavra que escrevemos, e sim, no valor sentimental que ela transmite. "
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terça-feira, 20 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Desafios
Caminhos, escolhas, momentos
guardei o que viví
o que sentí
não esquecí
de fato estou sofrendo
por abandonar o meu melhor momento
em troca da vida que eu nunca quis
São caminhos, sem volta
estradas longas, sem retorno
sem placas pra sinalizar
que transtorno
onde a ultrapassagem é perigosa e cautelosa
Pequenas escolhas
ah, tão pequenas
levaram-me a uma rua sem saída
pichada de momentos
recheada de escolhas
a qual me restara uma alternativa
romper as barreiras do destino.
Felipe A.
guardei o que viví
o que sentí
não esquecí
de fato estou sofrendo
por abandonar o meu melhor momento
em troca da vida que eu nunca quis
São caminhos, sem volta
estradas longas, sem retorno
sem placas pra sinalizar
que transtorno
onde a ultrapassagem é perigosa e cautelosa
Pequenas escolhas
ah, tão pequenas
levaram-me a uma rua sem saída
pichada de momentos
recheada de escolhas
a qual me restara uma alternativa
romper as barreiras do destino.
Felipe A.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Corações Celestiais
Amai-me na tristeza da vida
que em momentos me flagelou
e de tão bela e formosa querida
esquecí-me e curei com amor.
Face trêmula de divindade,
teu olhar me hipnotizou,
fez-se caras de diferentes verdades
que enfim morreram de amor.
Tu vais onde jamais ninguém esteve,
vai além do meu pensamento,
enxerga o futuro, o presente
e compartilha eternos momentos.
Ternura que deslumbra meus olhares,
com tamanha beleza celestial,
asas que batem em ritmo incessante
e tímido a todo o instante astral.
Comigo levo no peito a
intensa vontade de amar,
pois liberto de mim a paixão
e meus desejos não posso negar.
Faça que um anjo caia do céu
para em momentos proteger-lhe,
pois o que o destino reservou ao amor
permanece infinito no coração de quem deseje.
Felipe Abreu
que em momentos me flagelou
e de tão bela e formosa querida
esquecí-me e curei com amor.
Face trêmula de divindade,
teu olhar me hipnotizou,
fez-se caras de diferentes verdades
que enfim morreram de amor.
Tu vais onde jamais ninguém esteve,
vai além do meu pensamento,
enxerga o futuro, o presente
e compartilha eternos momentos.
Ternura que deslumbra meus olhares,
com tamanha beleza celestial,
asas que batem em ritmo incessante
e tímido a todo o instante astral.
Comigo levo no peito a
intensa vontade de amar,
pois liberto de mim a paixão
e meus desejos não posso negar.
Faça que um anjo caia do céu
para em momentos proteger-lhe,
pois o que o destino reservou ao amor
permanece infinito no coração de quem deseje.
Felipe Abreu
terça-feira, 25 de maio de 2010
Visões
Dos farrapos vê-se o homem,
o homem que ninguém vê,
entre becos escuros na meia noite,
caminha com frio o invisível,
e ninguém vê.
Ao meio da rua estende a mão,
deitado na praça peleja uma ceia,
aquilo que Jesus ensinou a não negar,
e se nega sem nenhum sentimento,
e todo mundo vê.
Ao meio da rua, da praça, estende a mão,
e todo mundo vê,
mas cadê ?
Correu e ninguém viu,
só porque ninguém quer ver.
Nascidos da mãe Terra,
neste mundo cego e sorridente,
feliz é quem nem vê,
pois se visse metade do mundo,
daria tudo pra cego voltar a ser.
Encaraste esse poema,
que de nada vai lhe servir,
só fala do mundo seu,
mundo seu,
que você não vê.
Felipe Abreu
o homem que ninguém vê,
entre becos escuros na meia noite,
caminha com frio o invisível,
e ninguém vê.
Ao meio da rua estende a mão,
deitado na praça peleja uma ceia,
aquilo que Jesus ensinou a não negar,
e se nega sem nenhum sentimento,
e todo mundo vê.
Ao meio da rua, da praça, estende a mão,
e todo mundo vê,
mas cadê ?
Correu e ninguém viu,
só porque ninguém quer ver.
Nascidos da mãe Terra,
neste mundo cego e sorridente,
feliz é quem nem vê,
pois se visse metade do mundo,
daria tudo pra cego voltar a ser.
Encaraste esse poema,
que de nada vai lhe servir,
só fala do mundo seu,
mundo seu,
que você não vê.
Felipe Abreu
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Caminhos
Chuvas virão durante o caminho
longínguo e ardiloso
com raios e enchentes
mas ao fim das águas
o brilho encantador do sol nascente
encantará a beleza da estrada da vida
que maltratada já foi e necessita ser querida
pois nos caminhos que percorremos
algumas chuvas virão
mas jamais esqueca-se do sol
ele voltará a brilhar
pois o sol não morre
é sempre nascente
.
Felipe Abreu
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Filosofia do Tudo
De que vale o sentimento, se não da expressão que você passa dos momentos...
De que vale a amizade, se não do verdadeiro companheirismo...
De que vale a beleza, se não apenas a capa do indivíduo que possui muito mais beleza dentro de si...
De que vale ser triste? A felicidade está apenas em viver.
De que vale a beleza, se não apenas a capa do indivíduo que possui muito mais beleza dentro de si...
De que vale ser triste? A felicidade está apenas em viver.
De que vale tudo? Tudo não sei,
mas sei que tudo é o que todos querem,
todavia nem tudo todos tem,
todo mundo de todo o mundo ainda sonha em ser alguem,
alguem que nem precise de tudo para ser feliz,
mas precise de alguem que o faça feliz.
Todos temos tudo,
Todos temos tudo,
só que a filosofia do tudo não vale para todos,
e tudo o que eu quero é que você pare e pense,
que a dignidade de um homem, a moral, a ética,
e as coisas boas da vida,
são tudo, absolutamente tudo
o que ele leva consigo para toda a
eternidade...
eternidade...
eternidade...
eternidade...
eternidade...
eternidade...
Felipe Abreu
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Sobre nós
Arranquei do pensamento,
joguei na cesta vazia,
tão cheia ficou a cesta,
da minha ideologia.
Suporto, mas assim sofro,
do tormento do meu desejo,
da amargura da minha dor,
inspiração dos meus anseios.
Se triste já foi a vida ?
Jamais foi e jamais será,
pois do sonho construo idéias,
que me levam a acreditar.
Parece fácil pra você,
intrigar o meu coração,
mal sabes que crava em mim,
o veneno da paixão.
Sobre eu e você,
escrevo histórias de lembranças,
suspiro a ti nos versos simples,
que enaltecem as circunstâncias.
No silêncio da fria noite,
escura e de solidão,
mal consigo expressar,
tamanho amor, que alusão..
Ah! Por fim,
necessito te dizer,
ainda que pense o pior,
não vou abster-me por você.
Felipe Abreu
As palavras em negrito formam um verso.
joguei na cesta vazia,
tão cheia ficou a cesta,
da minha ideologia.
Suporto, mas assim sofro,
do tormento do meu desejo,
da amargura da minha dor,
inspiração dos meus anseios.
Se triste já foi a vida ?
Jamais foi e jamais será,
pois do sonho construo idéias,
que me levam a acreditar.
Parece fácil pra você,
intrigar o meu coração,
mal sabes que crava em mim,
o veneno da paixão.
Sobre eu e você,
escrevo histórias de lembranças,
suspiro a ti nos versos simples,
que enaltecem as circunstâncias.
No silêncio da fria noite,
escura e de solidão,
mal consigo expressar,
tamanho amor, que alusão..
Ah! Por fim,
necessito te dizer,
ainda que pense o pior,
não vou abster-me por você.
Felipe Abreu
As palavras em negrito formam um verso.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Seja Você
O limite do pensar,
o extremo, o denso, o tudo,
a vontade de se engajar,
uma coragem mentirosa,
de se aventurar a querer o impossível,
de querer cada vez mais,
ás vezes nem tanto,
será ?
Me iludo cordialmente!
Mas, se de fato quero,
porque não tenho ?
Se de fato necessito,
porque me negas ?
Por que o amor simples não é,
ele ofusca o nosso destino,
nos nega a vontade da felicidade,
cruelmente esfaqueia nosso coração!
e embora o faça, não nos tira do peito,
da alma, do corpo, da vida,
a humilde vontade de ser...
Felipe Abreu
o extremo, o denso, o tudo,
a vontade de se engajar,
uma coragem mentirosa,
de se aventurar a querer o impossível,
de querer cada vez mais,
ás vezes nem tanto,
será ?
Me iludo cordialmente!
Mas, se de fato quero,
porque não tenho ?
Se de fato necessito,
porque me negas ?
Por que o amor simples não é,
ele ofusca o nosso destino,
nos nega a vontade da felicidade,
cruelmente esfaqueia nosso coração!
e embora o faça, não nos tira do peito,
da alma, do corpo, da vida,
a humilde vontade de ser...
Felipe Abreu
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Anatomia dos sentimentos
Peguei meu coração,
dei de bandeja ao assassino,
esfaqueou-me e pôde ver,
meu coração se partindo,
para a surpresa do mesmo,
achou que fosse ilusão,
quando viu que dentro dele,
havia amor e emoção,
talvez até demais,
para um coração tão normal,
normal aos olhos de muitos,
por muitos amado, que tal?
DEVOLVA-ME o coração!
fonte de inspiração,
de amor,
de luta,
de sentimentos,
pois de que vale a vida,
se não viver dos momentos,
momentos guardados no peito,
daquele que sabe viver,
lutando por seus desejos,
eis um dia irá dizer,
ao seu pobre coração,
que descanse feliz,
pois alegrias contidas nele,
sempre estarão guardadas alí.
Felipe Abreu
http://blogdopiska.blogspot.com DIVULGUE
"...aquele que enxerga
a beleza nas palavras, sabe decifrar os segredos do coração; "
dei de bandeja ao assassino,
esfaqueou-me e pôde ver,
meu coração se partindo,
para a surpresa do mesmo,
achou que fosse ilusão,
quando viu que dentro dele,
havia amor e emoção,
talvez até demais,
para um coração tão normal,
normal aos olhos de muitos,
por muitos amado, que tal?
DEVOLVA-ME o coração!
fonte de inspiração,
de amor,
de luta,
de sentimentos,
pois de que vale a vida,
se não viver dos momentos,
momentos guardados no peito,
daquele que sabe viver,
lutando por seus desejos,
eis um dia irá dizer,
ao seu pobre coração,
que descanse feliz,
pois alegrias contidas nele,
sempre estarão guardadas alí.
Felipe Abreu
http://blogdopiska.blogspot.com DIVULGUE
"...aquele que enxerga
a beleza nas palavras, sabe decifrar os segredos do coração; "
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Inspirações divinas do amor
De coração, corpo e alma,
me entreguei aos seus delírios,
afrodite encantadora, de beleza
avassaladora, ecanta-me outrora.
Nem que a crença me proíba,
posso deixar de te venerar,
não me cessa a astúcia,
de vê-la aos meus braços.
Que faço se não te tenho,
aspirada possessão divina,
só me resta nesse mundo,
a pena capital doutrina.
Se de fato esquecerei,
desse amor de deusa plena,
de ignorante à erudito,
é o que sei sobre o amor.
E ao fim, me resta o sonho,
o futuro e a confiança,
pois de amor morre o homem,
mas jamais perde a esperança.
Felipe Abreu.
me entreguei aos seus delírios,
afrodite encantadora, de beleza
avassaladora, ecanta-me outrora.
Nem que a crença me proíba,
posso deixar de te venerar,
não me cessa a astúcia,
de vê-la aos meus braços.
Que faço se não te tenho,
aspirada possessão divina,
só me resta nesse mundo,
a pena capital doutrina.
Se de fato esquecerei,
desse amor de deusa plena,
de ignorante à erudito,
é o que sei sobre o amor.
E ao fim, me resta o sonho,
o futuro e a confiança,
pois de amor morre o homem,
mas jamais perde a esperança.
Felipe Abreu.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Ofuscado amor
Na obliquidade do seu corpo,
vejo linhas retas de beleza,
vejo traços, destorcidos,
de um amor inexplicável.
Na equação da vida,
se lapida pouco a pouco,
a incandecente atração
do tão belo. E tão fosco!
Interpretar os corações,
impossível missão,
mais fácil o eclipse eterno,
ao ver essa lua resplandecer-se.
Porém nada sei de ti,
ó minha musa inspiradora,
de expressos irreais,
palavras
do
meu
eu.
vejo linhas retas de beleza,
vejo traços, destorcidos,
de um amor inexplicável.
Na equação da vida,
se lapida pouco a pouco,
a incandecente atração
do tão belo. E tão fosco!
Interpretar os corações,
impossível missão,
mais fácil o eclipse eterno,
ao ver essa lua resplandecer-se.
Porém nada sei de ti,
ó minha musa inspiradora,
de expressos irreais,
palavras
do
meu
eu.
Felipe Abreu.
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quinta-feira, 25 de março de 2010
Liberta-te!
No silêncio me escondo,
me palpita o coração,
me prendo no pensamento,
me calo e guardo pra mim,
todo o rancor de não querer,
sentir, o prazer de te tocar,
de em teus lábios saciar o
forte veneno da paixão, mas,
porque ? Amor! Sentimento que
me liberta, que me fortalece,
mas, que preso está em mim,
que presumí estar, estou preso ?
Felipe Abreu
" O amor é o traçado do destino, mesmo que no meio hajam linhas tortas, no fundo, ele nunca vai se acabar. " (LIPE ABREU) REFLITA!
ps: Quem quiser publicar algum texto, poema, crônica ou qualquer texto, me manda um e-mail. fsafs2005@hotmail.com
me palpita o coração,
me prendo no pensamento,
me calo e guardo pra mim,
todo o rancor de não querer,
sentir, o prazer de te tocar,
de em teus lábios saciar o
forte veneno da paixão, mas,
porque ? Amor! Sentimento que
me liberta, que me fortalece,
mas, que preso está em mim,
que presumí estar, estou preso ?
Felipe Abreu
" O amor é o traçado do destino, mesmo que no meio hajam linhas tortas, no fundo, ele nunca vai se acabar. " (LIPE ABREU) REFLITA!
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